quinta-feira, 7 de novembro de 2013

3º dia - Curso Fotografia Forense Senasp

Terceiro dia do Curso de Fotografia Forense promovido pela Senasp em Maceió/AL.

Neste terceiro dia também tivemos continuidade das atividades do dia anterior com o professor Ário Pereira Gonçalves nos assuntos de fotografia de local de crime, diurna e noturna. Com aula prática no início da noite.

Início das aulas na sala da faculdade Tiradentes - Fits

Desta vez as aulas começaram já no período vespertino no campus da Faculdade Tiradentes - Fits.

Foram expostos mais conceitos a respeito do controle manual da máquina fotográfica e algumas orientações com relação ao flash acoplado.

No final da tarde fizemos o deslocamento para o pátio de estacionamento do Instituto de Criminalística de Alagoas (veja também: "Conheça as instalações da Perícia Oficial de Alagoas"), onde a prática de fotografias noturnas seria experimentada! Assim que a turma chegou fiz duas fotografias com a câmera do celular. Não ficam boas, mas apliquei uma edição forte no Photoshop e deu para aproveitar para ilustrar o blog. No entanto, não recomendaria para trabalhos profissionais...

Chegada da turma no IC/AL - foto editada de celular.

Início da aula com simulação de local noturno - foto editada de celular.

Obviamente eu não poderia deixar de esgotar todo o "poder de fogo" da minha Nikon D90, mas confesso que apenas configurei no modo "P" (program) e deixei a câmera trabalhar para mim.

Abaixo temos duas imagens neste modo de operação sem nenhuma edição no Photoshop (salvo a inserção de letras e redimensionamento). Na primeira foto não utilizei o flash. Na segunda utilizei o recurso de sincronia lenta do flash.


A diferença é nítida. A primeira imagem reproduz quase exatamente o que é visto no local. Coisas como as sombras fortes que ignoramos à vista desarmada ficam evidentes. Solução? Deslocar os curiosos do local! Na segunda imagem o flash é disparado, mas o obturador continua aberto tempo suficiente para preencher o fundo. Do mesmo modo que na primeira imagem, mas o controle de brancos sabe que a luz azul do flash irá funcionar a câmera automaticamente "esquenta" a cena. Fica uma imagem agradável e a principal consequência é a suavização das sombras "duras" da primeira foto.

Se o flash fosse disparado sem o recurso do sincronismo lento apenas o primeiro plano da cena estaria iluminada e alguns poucos reflexos das pessoas em volta do professor. Infelizmente esqueci de fazer essa foto para comparação.

Já no mesmo plano da aula, entre os colegas, registrei o professor. Dentro daquela filosofia de "fotografar o palestrante". Temos de tentar algumas vezes para obter a melhor pose do modelo. Não é foto pericial, apenas um exercício de fotografia noturna... sem flash! E é isso que eu gosto de uma câmera semiprofissional. Dá para fazer quase tudo!


Também testei com o Lira! Como sempre o mais elegante da turma. Quando eu crescer quero ser igual a ele!

Lira - coordenando o grupo e participando da aula.

Não pude deixar de aflorar em mim o espírito de "fotógrafo de aniversário"! Fui flagrando meus colegas enquanto testavam suas câmeras. Abaixo os peritos criminais Luciano, Suely e Nicholas. Cliquem nas imagens para ampliar.


E para finalizar a aula, fizemos as fotos dos grupos. Todas elas com o flash, sem sincronia lenta (por isso o tom um pouco azulado, passível de correção no editor de imagens). Cliquem nas imagens para ampliar.

Pessoal da Paraíba.

Foto aproximada do lado esquerdo do grupo.

Foto aproximada do lado direito do grupo.

Pessoal do Rio Grande do Norte.

Abaixo o nosso fiel companheiro de aula. Sempre disponível, colaborador e principalmente fotogênico. Contribuiu decisivamente para o êxito da aula e fica aqui um registro dele para homenageá-lo!

Material "didático" de Alagoas!

Tenho percebido alguns pontos interessantes nestas aulas iniciais. Tanto do ponto de vista de conteúdo técnico, quanto a respeito da relação ensino-aprendizagem. Acredito que podemos melhorar e diferenciar certos públicos docentes e discentes. Aguardarei o final do curso para fazer um comentário geral tentando contribuir para os próximos cursos.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

2º dia - Curso Fotografia Forense Senasp

Segundo dia do Curso de Fotografia Forense promovido pela Senasp em Maceió/AL.

Continuamos com o professor João Carlos Staub para a exposição sobre "Local de Acidente de Trânsito".

Abaixo uma imagem geral da sala com o professor ao fundo e na segunda imagem o nosso colega Hylnard, perito criminal da seção de perícias externas (foi usada a câmera do celular).


Navegamos pelos mesmos conceitos de abertura, sensibilidade do sensor e tempo de exposição. E foram discutidas algumas situações de reflexos em chapas metálicas e adesivos refletivos, bem como controle da exposição para se obter melhor contraste de vestígios na superfície do asfalto, p. ex.

Antes de iniciarmos a segunda aula, tivermos o intervalo para o lanche. Abaixo uma imagem da "praça de alimentação" da faculdade.

Intervalo para o lanche na praça de alimentação da faculdade.

Retornamos para a sala e desta vez fui me sentar no fundo. Aproveitei para registrar duas situações de iluminação que foram discutidas durante as aulas. Vejam abaixo (clique nas imagens para ampliar).

REBATIMENTO DE FLASH


É aquela situação em que a luz ambiente pode prejudicar uma boa exposição e captura de detalhes. Ao invés de usar a luz do flash embutido de forma direta, rebati para o teto com a ajuda de uma pequena folha de papel na frente do flash. Essa estratégia suaviza eventuais reflexos e fornece uma luz uniforme.

O primeiro plano (cadeiras) ganha cor e o restante da imagem praticamente ficou inalterado e não apareceram reflexos ou zonas brancas sobre os objetos.

Veja abaixo como é o esquema de rebatimento do flash:

Rebatimento do flash = difusão (e enfraquecimento) da luz.

Consultando a internet encontrei nove lições sobre flash externo e outros temas de fotografia no seguinte link: "Aprendendo a usar o flash externo".

DISTÂNCIA FOCAL

Também aproveitei para testar o conceito de distância focal. Abaixo um esquema simples e outro ilustrativo para entendimento do conceito:


Distância focal é a distância em milímetros entre o plano de convergência da luz até o ponto onde a imagem focada é projetada no sensor (plano focal).

Dependendo da lente, não apenas a distância varia, conforme o esquema didático abaixo:

Clique na imagem para ampliar.

Como também varia seus efeitos sobre a imagem projetada no sensor. Veja exemplo da internet abaixo:

Variação da imagem conforme o tipo da objetiva e a distância para o assunto.

No exemplo acima o fotógrafo passou de uma lente grande-angular, passando por uma objetiva normal e finalmente usando uma teleobjetiva. Como também foi se afastando do assunto fotografado para manter o enquadramento.

A melhor maneira de perceber estas variações é fazer na prática! Vejam abaixo como fiz sentado no fundo da sala de aula.


Enquanto que na primeira imagem eu praticamente perco o professor no centro do fotograma, na segunda eu o tenho com ênfase no mesmo centro do fotograma. As objetivas zoom oferecem essa incrível praticidade. Obviamente impõem outras dificuldades, como a baixa luminosidade, p. ex. (devido ao maior número de elementos ópticos - lentes - embutidos no tubo).

Consultando a internet encontrei dois links sobre lentes, objetivas e outros temas relacionados nos seguintes links: "O que é uma objetiva?" e "Introdução às lentes". Foram de onde eu trouxe algumas das imagens utilizadas nesta publicação. Consultem ainda: "Daniele Larri - Fotografia", outro blog sofre fotografia.

Nos dois testes utilizei minha a câmera Nikon D90 com objetiva 18-105 mm, com a qual normalmente faço os levantamentos em locais de crime:

Nikon D90, objetiva 18-105 mm.

FOTOGRAFIA DE PALESTRANTES

Do mesmo modo que no primeiro dia de aula, nem sempre conseguimos a melhor foto no primeiro clique. Os palestrantes se mexem, falam e gesticulam. No fundo da sala, às vezes, precisamos clicar algumas vezes para obter uma boa pose! Vejam abaixo:

Vários cliques para obter uma boa pose do palestrante!
Evidentemente não é esta a filosofia do fotógrafo forense. Essa estratégia de esperar a melhor postura é própria do fotógrafo jornalista, p. ex.

O professor Ario Gonçalves foi específico no tema "local de crime diurno". Embora tenha repassado os conceitos de obturador, diafragma e sensibilidade de sensor, insistiu nas principais regras de um levantamento fotográfico forense e principalmente em fotografar todos os vestígios e utilizar setas e réguas para apontar e dimensionar vestígios. Mostrou várias imagens exemplificando os conceitos.

No final da tarde saímos da sala para fazer alguns exercícios à céu aberto!


Acima, nossa sala de aula (sala 16, do bloco "C") e átrio interno do bloco. Abaixo nossa aula de campo.

O tempo estava encoberto com garoa fina.

Nosso coordenador do curso (Severino Lira) providenciava a melhor logística para o curso e foi flagrado pela câmera do meu celular!


No caso acima usei o zoom digital, que nada tem a ver com o zoom óptico do qual falávamos a pouco. Mas isso é tema para outra aula! Abaixo o pessoal de Alagoas. Estou sentado de jaqueta.

Luciano, Aldo, Nicholas, Hylnard, Márcia, Avelar, Lira e sentados eu e Fernando.

O terceiro dia promete com aulas noturnas. Aguardemos!

***
Mais links para consulta:
"O Fotógrafo Criminalístico" - site da Associação dos Fotógrafos Criminalísticos do RS.
"What is a Crime Scene Photographer". Simples e objetivo (em inglês).

terça-feira, 5 de novembro de 2013

1º dia - Curso Fotografia Forense Senasp

Primeiro dia do Curso de Fotografia Forense promovido pela Secretaria Nacional de Segurança Pública - Senasp em Maceió/AL, com a participação de colegas de outros Estados.

A primeira aula foi de Direitos Humanos! Dr. Pedro Montenegro, conhecido e letrado no assunto, ministrava a aula. Tentei não incomodar mais que o meu atraso e fiz o primeiro registro do curso:

Primeira aula - Direitos Humanos com o Dr. Pedro Montenegro.

Usei meu celular. Que é a primeira tipologia de câmeras fotográficas! Ruim, reconheço, mas fiz todo tipo de tentativa e edição de imagem para fazer o registro abaixo:


Antes disso, prendi a respiração várias vezes (para não tremer o celular) e cliquei diversas vezes para flagrar a melhor posição. Vejam abaixo:

Clique na imagem para ampliar.
Inclusive não pensem que uma imagem é capturada na primeira tentativa e de maneira perfeita. Às vezes, dependendo do equipamento e das condições (luz, posição, etc.) precisamos tentar várias vezes!

Sempre me surpreendo com as palestras do Dr. Montenegro. São esclarecedoras, cativantes e desanuviam muitos preconceitos. É preciso se desarmar para ouvi-lo, sob pena de não agregar conhecimento novo ao nosso repertório.

Eu deveria fazer um resumo, mas me detive a tomar algumas poucas notas, e cito integralmente um trecho presente em sua apresentação:

"O inferno dos vivos não é algo que será; se existe, é aquele que já está aqui, o inferno no qual vivemos todos os dias, que formamos estando juntos.Existem duas maneiras de não sofrer: a primeira é fácil para a maioria das pessoas: aceitar o inferno e tornar-se parte deste até o ponto de deixar de percebê-lo. A segunda é arriscada e exige atenção e aprendizagem contínuas: tentar saber reconhecer quem e o que, no meio do inferno, não é inferno, e preservá-lo e abrir espaços. (Italo Calvino - As cidades invisíveis)."

Não deixam de ser palavras inspiradoras para enfrentar novos desafios.

A segunda aula, "Introdução, câmera e equipamentos", foi ministrada pelo fotógrafo forense João Carlos Staub, de Porto Alegre/RS. Também fiz um registro, ainda utilizando a câmera do celular (3.2 Mpixel).

Segunda aula - Fotógrafo João Staub.

Não escolhi o lugar onde fiquei na sala. Tive de aproveitar a iluminação presente e um ou dois momentos em que o professor melhor se aproximou de mim. Com essa desobrigação, fui brincando com a câmera do celular. A melhor imagem, com edição, foi a obtida abaixo:

Professor João Staub.

Após o almoço, a aula continou com o mesmo professor e tema introdutório.

Abaixo registrei um dos nossos diretores, Severino Lira, completamente absorvido na exposição do professor.

Lira em completa atenção na aula!

Nesta hora decidi fazer alguns testes usando o celular e a minha câmera Nikon D90 que utilizo normalmente nos levantamentos fotográficos de local de crime:

Imagem capturada por celular (3.2 Mpixel).

Imagem capturada por uma Nikon D90 (12 Mpixel).

Enquanto apresentadas num formato pequeno, as imagens acima pouco se diferenciam e geralmente não importa decisivamente qual câmera você utilize. No entanto, nos detalhes e em ampliações as principais diferenças são percebidas, como abaixo se ilustra. Todas as imagens receberam edições (correção de cor e nitidez):



Não é preciso ser muito enfático em esclarecer que a primeira coluna foi produzida pela câmera do celular!

O professor João Carlos Staub expôs conceitos preliminares de como a luz é capturada pela câmera, a tipologia das câmeras, tempo de obturação, distância focal, abertura do diafragma, sensibilidade do sensor e a conjugação de todo esse conhecimento na obtenção de boas fotografias, forenses ou não.

Introdução à Fotografia Forense.

Também iniciou o tema de fotografia em local de incêndio, citando como principal dificuldade a obtenção de luz, uma vez que cenas de incêndio possuem muita fuligem e material calcinado oferecendo fundos escuros em profusão.

Um ponto me chamou a atenção, que é a questão da comunicação da imagem.

Fotografia como comunicação.

Pelo quadro de disciplinas e multiplicidade do corpo docente previsto para este curso de cinco dias que se inicia hoje, não senti muita determinação sobre temas de bastante importância para mim. Tenho certeza que estas dúvidas também vão se estender aos demais colegas no decorrer das aulas.

Não basta que um curso ensine a apertar o botão do obturador (simples técnica fotográfica), mas também se preste a administrar, eficientemente, o fluxo de trabalho (gestão). O próprio conceito de fluxo de trabalho deve ser reconhecido para desenvolvermos a imprescindível cadeia de custódia de todo o material de local de crime, principalmente as imagens.

Banalização da imagem proporcionada pela tecnologia.

Além da técnica e da gestão, imaginem que atualmente temos abundância de dados. Muitos deles levantados por leigos com numerosos veículos de informação. E nisso tudo, onde fica o fotógrafo forense? Qual sua serventia diante de tanta informação? Qual sua postura diante de tanta tecnologia?

São questões de ética, legalidade e atualidades em si! Ainda existem capítulos de cada tema destes que pretendo explorar no decorrer do curso.

Por último, fico feliz de recebermos em Alagoas vinte colegas da Paraíba. Vários dos quais foi facilitador na aprendizagem da arte e da técnica da fotografia! Em breve contarei essa história.

Começando os trabalhos no curso de Fotografia Forense.

Vejam mais no link da PO - Peritos Criminais do nordeste participam de curso em Alagoas.

Pintura na sala da equipe "F"

Quinze dias depois de operado, e sob licença, agendei uma pintura na minha sala do IC.

Duas novidades. A primeira é que realmente tive de me submeter a uma pequena cirurgia. Tireoidectomia total e administração artificial do hormônio para o resto da vida. Coisas da velhice! A segunda é fazer algumas melhorias na sala de trabalho, tão cedo após a cirurgia, e por conta própria.

Na verdade solicitei a ajuda de um pintor particular e apenas coordenei os trabalhos. Depois da licença pretendo rever a sala um pouco mais aconchegante! (A iluminação foi renovada por outro colega que divida a mesma sala!).

A sala da equipe "F" já precisava renovar a pintura. Além disso tínhamos completa ausência de um cabideiro para os jalecos e coletes.

Vista geral do fundo da sala. A parede à direito é que foi pintada.

Vista geral da parte anterior da sala. Pintura na parede à esquerda.

Nosso novo cabideiro! Só falta um apoio para os sapatos.

Vale lembrar que eu já havia mostrado esta mesma sala antes da pintura. Veja em Conheça as Instalações da Perícia Oficial de Alagoas. São as últimas fotos da publicação.

A pintura foi feita no início de outubro, mas ainda faltam mais detalhes (mais prateleiras) e mais paredes para pintar.

domingo, 3 de novembro de 2013

VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas


Não é preciso escrever muito para se falar com entusiasmo sobre uma exposição de livros. Inclusive neste blog procuro não me alongar nas publicações. Citarei o link: VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas e falarei de duas aquisições que fiz.

Dentre outros livros, adquiri os seguintes (clique nas imagens para ampliar):


Medicina Legal à Luz do Direito Penal e do Direito Processual Penal, já na 11ª edição.

Livro simples e didático. Contempla basicamente todos os assuntos de interesse para concursos e operadores práticos que precisam tirar uma dúvida e relembrar conceitos rotineiros. Vejam um resumo do índice:

Capítulo 1 - Introdução à Medicina Legal
- Conceito e importância, Divisões, Perícia e Peritos, Documentos Médico-Legais, Elaboração do Laudo Pericial, O Corpo de Delito, Intervenções Corporais (Exames de DNA, Bafômetro, Identificção Criminal Datiloscópica etc.), Odontologia Legal, Radiologia Forense.
Capítulo 2 - Antropologia Forense
Capítulo 3 - Traumatologia Forense
Capítulo 4 - Asfixiologia Forense
Capítulo 5 - Toxicologia Forense
Capítulo 6 - Infortunística
Capítulo 7 - Psicologia Forense
Capítulo 8 - Psicopatologia Forense - Psiquiatria Forense
Capítulo 9 - Sexologia Forense
Capítulo 10 - Tanatologia Forense
Capítulo 11 - Novíssimas Questões de Medicina Legal
- Muito ainda para se Melhorar: O Local de Crime
- LUMINOL
- Homicídio sem Cadáver: O Caso "Elisa Samudio e o ex-goleiro Bruno"
- "Caso Mércia Nakashima", Terra e Alga no Sapato do Acusado e Insetos no Local do Crime
Questões
Gabarito
Modelos e,
Referências.

Comentário pessoal: ainda estou lendo, mas o item sobre "local de crime" possui opinião contundente e bastante próxima da realidade. Gostei muito e me entusiasmou para conferir o restante da obra. Recomendo. É obra bem atualizada. 376 páginas, 2013.

O segundo livro foi o seguinte (clique na imagem para ampliar):


O livro não possui profundidade. Não é para confundir. Possui seções curtas e vai direto ao ponto. Inclusive me surpreendi com a facilidade das dicas e instruções. Rapidamente se aprende a fazer diversos comandos de edição e se conhece facilmente algumas regras de boa fotografia, mas reconheço que ter um conhecimento prévio sobre os assuntos ajuda muito na leitura. A obra é de 2007, mas bem atualizada para a média dos fotógrafos.

Vejam o conteúdo:

Capítulo 1 - Fundamentos
- alguns itens: composição, foco, profundidade de campo, zoom, close-up, exposição e diversas dicas e soluções para problemas comuns de fotografia básica.
Capítulo 2 - Um compêndio de idéias (orientações básicas de fotografia: paisagens, animais, esportes, crianças, turismo, férias, ecoturismo, close-up, etc.)
Capítulo 3 - Tudo sobre edição de imagens (tudo mesmo não! Mas abrange uma boa gama de ferramentas!)
Capítulo 4 - A aventura final (fala sucintamente de impressão em papel e publicação na internet)
Capítulo 5 - Guia de compras (orientação básica)

É possível abrir o livro em qualquer seção e terá uma leitura agradável. Não existe um começo, meio e fim. Toda parte se aproveita. São 222 páginas.

sábado, 2 de novembro de 2013

Cursos do Perito Criminal ao longo da carreira


Na segunda semana de outubro houve o credenciamento de instrutores para a Academia de Polícia Civil do Estado de Alagoas (APOCAL). Acompanhe pelo site da Polícia Civil de Alagoas.



Fiz um retrospecto do currículo, juntei a declaração de docência e levei para a sede provisória da Apocal. Já houve convocação para o sorteio dos instrutores e reunião pedagógica. Finalmente uma aula de avaliação que não estava prevista, mas todos os que compareceram foram aprovados. O "time" que está se prontificando a formar e instruir os novos policiais é muito bom e o desafio dos prazos curtos é estimulante. Já montei todas as aulas e estou aprumando a apostila.

Com isso lembrei de mencionar por aqui no blog, o que um Perito Criminal faz para se aperfeiçoar durante sua vida útil.

Obviamente não basta passar num concurso. Com ou sem exigência de formação específica, depois de aprovado nas provas objetivas, há um curso de formação de Perito Criminal. Tive o meu nos idos de 2002. Na foto abaixo, estou agachado, e sou o quarto da esquerda para a direita.

Clique na imagem para ampliar.

Depois disso existem diversas oportunidades de cursos, capacitações, treinamentos e aperfeiçoamentos promovidos pela própria instituição, por outras análogas ou ligadas à Secretaria de Estado da Defesa Social (ou de Segurança, em outros Estados). Às vezes montamos nossos próprios cursos e treinamentos internos.

O Ministério da Justiça, por um de seus órgãos normativos: Senasp, possui uma rede própria de educação à distância, via internet, a rede EAD-Senasp e que segue uma matriz curricular nacional.

É sob estas diretrizes que nos aperfeiçoamos e fazemos aperfeiçoar os novos integrantes da Força Pública de Segurança.

Neste último trimestre do ano estou incluso em quatro cursos. Dois EAD e dois presenciais. São eles: investigação de homicídios I e II (EAD), fotografia forense e local de crime. Sendo este último a ser ministrado no município de João Pessoa.

Em breve farei mais comentários sobre os cursos.